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quinta-feira, 24 de setembro de 2009
MOÇÃO DE REPÚDIO A JORNAL ESTADO DE MINAS
Repudiamos a prática tendenciosa do Jornal Estado de Minas, realizada no dia 23 de setembro de 2009, ao estampar em sua capa uma imagem do conflito ocorrido entre policiais e manifestantes nos arredores da Embaixada Brasileira de Tegucigalpa (capital hondurenha) juntamente a uma fotografia de Manuel Zelaya, presidente deposto, dormindo com seu tradicional chapéu por cima da face. Junto às imagens foi posta a seguinte frase "Enquanto Honduras pega fogo...”
Numa postura claramente antiética, o jornal dá a entender que as fotos são simultâneas, condicionando o leitor a crer que, enquanto toda a confusão ocorria nos arredores do prédio da embaixada, Zelaya tranquilamente dormia próximo a uma janela, durante o dia.
Somos contrários a atitude do Jornal Estado de Minas, que mancha não só a imagem de Minas Gerais, mas de todo o Brasil perante a comunidade internacional. Jornalismo não deve ser feito de forma tendenciosa; o jornalismo ancora-se nos fatos, na pluralidade de vozes, no respeito à ética e aos leitores. Conclamamos o Jornal Estado de Minas a prestar contas a seus leitores e à sociedade por tão vil ato de desrespeito ao direito humano à comunicação e à informação.
Para assinar, copie esse texto e envie assinado para pro.confecom.mg@gmail.com.
Até o momento assinam a Moção:
Associação Cultural Marcus Garvey
Associação dos Jornalistas do Serviço Público - Ajosp
Centro pela Mobilização Nacional em Minas Gerais
Grupo COEXISTA e Ponto de Cultura Imagem & Ação
Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social
Libertos Comunicação
Sind-UTE/MG
SINDICATO DOS AGENTES DE POLÍCIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - SINDETIPOL
Alexandre Nativa
Eliane Faccion - jornalista e publisher
Heitor Reis (militante da Abraço-FNDC, palestrante e articulista da Fenai - Federação Nacional das Associações de Imprensa)
Kerison Lopes - Secretário de comunicação do PcdoB-MG
Lucas Morais (militante da Esquerda Marxista)
Pedro Pena
Rogério A. Baracho - HIPHOPGERAIS INTERCÂMBIO
Aline Braga Farias Conceição - Jornalista
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Charge do The Economist sobre o regulamento do Pré-sal
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Rafael Correa vence no Equador
Rafael Correa, atual presidente do Equador, conseguiu maioria das urnas apuradas até ontem à noite. Sua vitória representa uma possível estabilidade política para o país, já que desde 1996 nenhum dos presidentes eleitos completou o mandando de quatro anos.
Desde dua campanha em 2006, Correa diz ser adepto do socialismo do séuclo XXI e encabeça o chamado Movimiento PAIS (Patria Altiva e Soberana). Suas idéias vão ao encontro daqueles pregadas pelo presidente Venezuelano Hugo Chávez. Ambos objetivam a intensificar os laços entre os países latinoamericanos, ainda que Correa apresente postura mais discreta.
Manchetes sobre as eleições do Equador
BBC Brasil Oposição chega enfraquecida às eleições no Equador
Folha Online Apuração aponta reeleição de Rafael Correa à Presidência do Equador
EL País Rafael Correa, reelegido presidente de Ecuador en la primera vuelta
La Voz del Interior Correa cantó victoria en la primera vuelta
Desde dua campanha em 2006, Correa diz ser adepto do socialismo do séuclo XXI e encabeça o chamado Movimiento PAIS (Patria Altiva e Soberana). Suas idéias vão ao encontro daqueles pregadas pelo presidente Venezuelano Hugo Chávez. Ambos objetivam a intensificar os laços entre os países latinoamericanos, ainda que Correa apresente postura mais discreta.
Manchetes sobre as eleições do Equador
BBC Brasil Oposição chega enfraquecida às eleições no Equador
Folha Online Apuração aponta reeleição de Rafael Correa à Presidência do Equador
EL País Rafael Correa, reelegido presidente de Ecuador en la primera vuelta
La Voz del Interior Correa cantó victoria en la primera vuelta
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Anulada Lei de Segurança na Venezuela
O Presidente da Venezuela Hugo Chavéz derrogou ontem a Lei nacional de Inteligência e Contra-Inteligência em vigor desde 28 de Maio deste ano.
Desde a vigência, organizações que defendem Direitos Humanos, como a Provea, criticam o documento devido a artigos polêmicos como o que obriga civis a fornecerem informações ao governo. A pressão das críticas culminou com a derrogação por decreto do presidente, após este haver admitido que a norma apresentava "incovenientes".
A partir de agora, a Assembléia Nacional - órgão semelhante ao Congresso brasileiro - se encarregará de estruturar uma nova lei de segurança nacional.
Desde a vigência, organizações que defendem Direitos Humanos, como a Provea, criticam o documento devido a artigos polêmicos como o que obriga civis a fornecerem informações ao governo. A pressão das críticas culminou com a derrogação por decreto do presidente, após este haver admitido que a norma apresentava "incovenientes".
A partir de agora, a Assembléia Nacional - órgão semelhante ao Congresso brasileiro - se encarregará de estruturar uma nova lei de segurança nacional.
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