Marcelo Tas diz:"Sim Diogo, estou no 21, agora fazendo o CQC. Você é que não saiu do 20, século passado, onde as pessoas só falavam e não ouviam."
Daí você tem ideia do que está acontecendo no Twitter. Sigo o Tas desde que entrei nessa rede social, por "conhecê-lo" desde criança, assim como muitos da minha geração. Diogo Mainardi, que hoje comecei a seguir, conheço muito pouco, mas tenho péssimas recordações dos textos que lia há alguns anos na revista Veja. Tenho verdadeira falta de vontade de ler suas opiniões e pensamentos, tanto que só fico sabendo daqueles que causam mais polêmica e saem em vários veículos tamanha indignação que causam.
......
Logo após, Mainardi responde: "Quem é do século 20 dorme cedo. Boa noite."
E quase ao mesmo tempo, Tas desvela: "Pra quem não sabe quem é ele, cliquem @diogomainardi. Vamos seguí-lo, o cara é filho de publicitário e carente de atenção. Sério: sigam-no!"
......
Independente de como começou o conflito, gostaria mais se estivessem sendo discutidas coisas mais proveitosas para a Tv, os meios de comunicação, os leitores, etc etc etc, todo um leque de opções aí.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
A resposta
"Cara Aline,
Nosso critério de seleção de colaboradores não é feito por currículo, mas pela qualidade do texto de reportagem.
Se quiser, envie algum texto de reportagem inédito para avaliação.
Se for aceito pelos editores, você pode se tornar uma colaboradora da revista, escrevendo da sua cidade.
Atenciosamente,"
Incrivelmente polido, esse e-mail me fez retrair. Acabei mandando uns textos sérios,sem glamour, sem prosa, sem causos, sem rimas internas e não deu certo. Mandei os textos. Esperei os 15 dias prometidos para avaliação e mais uns 20, considerando que eles com certeza tem muita coisa para fazer. Confesso que por orgulho e defesa de causa própria, não quis acreditar que o critério era a qualidade do texto. Haverá de chegar a hora.
Nosso critério de seleção de colaboradores não é feito por currículo, mas pela qualidade do texto de reportagem.
Se quiser, envie algum texto de reportagem inédito para avaliação.
Se for aceito pelos editores, você pode se tornar uma colaboradora da revista, escrevendo da sua cidade.
Atenciosamente,"
Incrivelmente polido, esse e-mail me fez retrair. Acabei mandando uns textos sérios,sem glamour, sem prosa, sem causos, sem rimas internas e não deu certo. Mandei os textos. Esperei os 15 dias prometidos para avaliação e mais uns 20, considerando que eles com certeza tem muita coisa para fazer. Confesso que por orgulho e defesa de causa própria, não quis acreditar que o critério era a qualidade do texto. Haverá de chegar a hora.
segunda-feira, 9 de março de 2009
E-mail que certa feita enviei para a Revista Piauí
"Eu queria mesmo era enviar meu currículo, mas como já estou cadastrada no site da Abril e vocês ainda não colocaram nenhuma vaga lá na qual eu possa me encaixar, venho por essa cartinha mesmo. A primeira idéia era escrever uma carta tão bacana, tão bacana de escrita que vocês me chamariam na hora... Já desisti disso também! Sou Jornalista Recém-formada, sem muita experiência e, "em carteira", nenhuma. Posso escrever de várias maneiras: da Objetiva aclamada na academia, poesia de Haroldo de Campos a Letra de música do Tom Zé [Ótimo show em Goiânia no Congresso da UNE, acho, em 2002]. Em 2000, lancei com uma amiga um zine-jornal alternativo chamado Sui Agogô - qualquer estranheza nos desculpe, tínhamos 18 anos. O nome significa "Condutor de si próprio", a idéia era que com o passar do tempo o zine-jornal cairia no gosto popular e as informações abririam mentes que, por sua vez, não seriam mais alienadas. Bom... já deu pra sentir.
A questão é que desde o ano passado envio currículos e até agora ninguém me ligou. Já tentei enveredar pelas aulas de idiomas, mas, para desespero do meu pai que é Engenheiro Químico e disse que deveria fazer Direito [óbvio ululante!], só sei escrever na vida. E nem sei se tanto assim, mas já é um bom começo gostar dessa coisa do jeito que eu gosto. Prometi para mim mesma que não ia me alongar muito, fica chato e, além disso, ainda não escrevo na Piauí. Falando nisso, me lembra muito a Palavra, incrivelmente leve e bem escrita. Acreditem ou não, foi seu término que nos incentivou a gerar o Sui Agogô; tamanha indignação de não haver mais ninguém interessado em manter uma revista daquela. Depois que acabou por falta de patrocínio, segundo informado, passamos a ler a Bravo!, mas essa são outros quinhentos. O nosso zine também perdeu o fôlego dois anos depois, fôlego financeiro.
Enfim, duvido muito [e sempre!] que vocês aí da redação cheguem a esboçar alguma reação. Eu, sendo vocês, não daria vazão. De minha parte, fica sempre uma esperança, claro.
Até breve!
Aline Braga
Belo Horizonte -MG"
Amanhã publico a resposta!
A questão é que desde o ano passado envio currículos e até agora ninguém me ligou. Já tentei enveredar pelas aulas de idiomas, mas, para desespero do meu pai que é Engenheiro Químico e disse que deveria fazer Direito [óbvio ululante!], só sei escrever na vida. E nem sei se tanto assim, mas já é um bom começo gostar dessa coisa do jeito que eu gosto. Prometi para mim mesma que não ia me alongar muito, fica chato e, além disso, ainda não escrevo na Piauí. Falando nisso, me lembra muito a Palavra, incrivelmente leve e bem escrita. Acreditem ou não, foi seu término que nos incentivou a gerar o Sui Agogô; tamanha indignação de não haver mais ninguém interessado em manter uma revista daquela. Depois que acabou por falta de patrocínio, segundo informado, passamos a ler a Bravo!, mas essa são outros quinhentos. O nosso zine também perdeu o fôlego dois anos depois, fôlego financeiro.
Enfim, duvido muito [e sempre!] que vocês aí da redação cheguem a esboçar alguma reação. Eu, sendo vocês, não daria vazão. De minha parte, fica sempre uma esperança, claro.
Até breve!
Aline Braga
Belo Horizonte -MG"
Amanhã publico a resposta!
domingo, 8 de março de 2009
Reflexões
Quando a gente fala de alma boa entende-se, na maioria das vezes, por pureza. Mas conheci pessoas que julgo de alma boa pela capacidade de agir e fazer com uma clareza e justiça admiráveis.
sexta-feira, 6 de março de 2009
AUGUSTO MONTERROSO
A ovelha negra
"Num distante país, existiu há muitos anos uma ovelha negra.
Foi fuzilada.
Um século depois, o rebanho arrependido erigiu-lhe uma estátua equestre que ficou muito bem no parque.
Assim, daí em diante, cada vez que apareciam ovelhas negras, eram rapidamente passadas pelas armas para que as futuras gerações de ovelhas comuns e correntes também pudessem se exercitar na escultura."
"Num distante país, existiu há muitos anos uma ovelha negra.
Foi fuzilada.
Um século depois, o rebanho arrependido erigiu-lhe uma estátua equestre que ficou muito bem no parque.
Assim, daí em diante, cada vez que apareciam ovelhas negras, eram rapidamente passadas pelas armas para que as futuras gerações de ovelhas comuns e correntes também pudessem se exercitar na escultura."
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